União
Os modelos de administração pública como estratégias complementares para a coprodução do bem público, Salm e Menegasso
A administração pública é reconceituada com base na teoria da delimitação dos sistemas sociais, que tem como foco de estudo a sociedade politicamente articulada, a partir da concepção do que é o ser humano, como artífice, da construção dessa sociedade. Considerada essa reconceituação, são discutidos os modelos de administração pública, com o propósito de demonstrar a sua complementaridade e a rede de coprodução do bem público de que fazem parte. A existência humana se realiza em múltiplos espaços, cada qual com exigências e necessidades próprias. A essa realidade social é que se aplicam os modelos de administração pública. Quando analisados sob essa perspectiva, tais modelos são complementares entre si, cada um com o seu espaço de aplicabilidade na sociedade politicamente articulada; por via de consequência, o bem público é coproduzido em rede, e dessa rede, assim como as outras instâncias comunitárias que compõem a sociedade, fazem parte esses diversos modelos. A partir dessa complementaridade dos modelos e da coprodução do bem público, algumas considerações são feitas sobre o estudo e a pesquisa em administração.
Diagrama de Inovação
Sem dúvidas que Joseph Schumpeter foi dos maiores Economistas e pensadores políticos do século 20.
Joseph Schumpeter é muito reconhecido por sua teoria que visa explicar as atividades que levam aos ciclos de expansão e retração do sistema Capitalista.
A Teoria Schumpeteriana derivada dos ciclos longos de Kondratieff e tem como foco as inovações empresariais e seu papel como o principal indutor do crescimento econômico.
Schumpeter defende que a concorrência aguça de desejo do empreendedor de buscar novas formas de incrementar a tecnologia, novas maneiras de fazer negócios e outros tipos de vantagens competitivas que poderiam incrementar as margens de lucro e impactar diretamente padrão de vida do empreendedor.
Schumpeter descreve o processo onde a inovações mais recentes substituem as inovações mais antigas como “destruição criativa”.
Fonte: http://peritiaeconomica.com.br/schumpeter-inovacao/
A Administração Pública
A reforma do Estado, que se tornou tema central nos anos 90 em todo o mundo, é uma resposta ao processo de globalização em curso, que reduziu a autonomia dos Estados de formular e implementar políticas e principalmente à crise do Estado, que começa a se delinear em quase todo o mundo nos anos 70, mas que só assume plena definição nos anos 80. No Brasil, a reforma do Estado começou nesse momento, em meio a uma grande crise econômica, que chega ao auge em 1990 com um episódio hiperinflacionário. A partir de então ela se torna imperiosa. O ajuste fiscal, a privatização e a abertura comercial, que vinham sendo ensaiados nos anos anteriores são então atacados de frente (MARE, 1997). No entanto, a reforma administrativa, só se efetivou como tema central no Brasil em 1995, após a eleição e a posse de Fernando Henrique Cardoso. Nesse ano ficou claro para a sociedade brasileira que essa reforma tornara-se condição, de um lado, da consolidação do ajuste fiscal do Estado brasileiro e, de outro, da existência no país de um serviço público moderno, profissional e eficiente, voltado para o atendimento das necessidades dos cidadãos. Outra consideração foi na área da desregulamentação, quando a proposta era a de reduzir as regras e intervenção do Estado aos aspectos onde ela é absolutamente necessária. Na reforma administrativa, toda uma série de medidas contribuíram para diminuir o chamado "entulho burocrático" - disposições normativas excessivamente detalhadas, que só contribuem para o engessamento da máquina e muitas vezes à sua intransparência (BERETTA, 2007).
Por Bonezzi e Pedraça